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“Michael” se tornou a cinebiografia musical com a maior bilheteria de todos os tempos.
O filme que conta parte da história do Rei do Pop superou “Bohemian Rhaspody”, cinebio de Freddie Mercury.
Segundo o site DEADLINE, “Michael” já faturou US$ 911,9 milhões (R$ 4,6 bilhões, na cotação atual) em todo o mundo, superando os US$ 910,9 de “Bohemian Rhaspody”.
O longa dirigido por Antoine Fuqua já havia batido o recorde de cinebiografia com a melhor estreia da história do cinema.
No seu primeiro fim de semana, o filme que conta parte da história do Rei do Pop arrecadou, globalmente, US$ 217 milhões (R$ 1 bilhão, na cotação atual).
Agora no g1
Amado pelo público, e nem tão amado pela crítica…
“Michael” é um filme que conquistou o público, mas foi alvo de comentários negativos por parte da crítica em todo o mundo.
O site Rotten Tomatoes, que funciona como um agregador de críticas, deu uma classificação de 38% para o longa, número bem distante da avaliação do público, que está com 97% de saldo positivo dos fãs.
“Você não atinge esse número a menos que esteja vendo uma enorme audiência em todos os segmentos demográficos imagináveis. [O público] está claramente se divertindo muito”, afirmou Adam Fogelson, presidente da Lionsgate, distribuidora do filme nos EUA.
Dirigido por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e estrelado por Jaafar Jackson, filho de Jermaine Jackson e sobrinho de Michael Jackson, o longa conta a história do Rei do Pop desde a sua infância, iniciando sua carreira artística com os irmãos no grupo Jackson 5, até sua megaturnê “Bad”, em meados dos anos 1980.

